segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Património Imaterial do Douro, Alexandre Parafita


A procura da preservação de parte da identidade de um povo, a memória oral. Memória que em parte já se perdeu devido à extinção de determinados contextos associados às vivências rurais: "perderam-se muitas peças do romanceiro e do cancioneiro porque se extinguiram muitos trabalhos agrários como segadas, desfolhadas, malhadas, rogas, pastoreio; perderam-se muitos contos e lendas porque se extinguiram os fiandeiros e quase já os serões à lareira". No entanto, este livro não pretende ser uma solução de resgate definitiva mas sim um último recurso, pois "nas páginas de um livro os textos tendem a cristalizar", assim como alguns dos mais belos textos da literatura oral tradicional, como os dos cancioneiros, que só ganham realmente sentido na oralidade.

Uma edição cuidada, e deliciosa que se lê de fio a pavio.

Património Imaterial do Douro - Vol, 1Alexandre Parafita
Editor: Âncora
Ano de edição: 2010
Número de páginas: 224
Idioma: Português


Casinfância

domingo, 14 de agosto de 2011

domingo, 17 de julho de 2011

Ontem e anteontem. Julho - 2011

Chegar ao fim da tarde e agir um pouco. Reparar em detalhes da rega, da pressão ou areias a entupir. Ver algumas ervas daninhas e se há pragas estranhas na horta. Guardar sementes. Ficar a conversar até no jantar e depois o sono, para um próximo dia de trabalho cedo.









sábado, 9 de julho de 2011

Casolas aprumadas, tomateiros amparados, legumes para comer!

















Contei com a ajuda especial da minha irmã, desta vez, e que lindas casolas molda ela na terra. Um obrigado especial para ti.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Colher sementes



Deixar 2 ou 3 cebolas na terra por apanhar, dessas 2 ou 3 cebolas, nascerão no futuro dezenas de cebolas.. a multiplicação dá-se na terra. Curiosamente escrevo isto ao som das reflexões matemáticas de Nuno Crato.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

apanhar pinhas para comer pinhões...



Este final de tarde foi assim... toca a subir à escada, cutucar a pinha até ela cair no chão densa e carregada de pinhões. Até em pinhas com pinheirinhos tropeçamos.... como é bom comer pinhões com as mãos com bocadinhos de resina e mascarradas de cor preto carvão. São tardes de Verão.